Morre no RJ, o ator Caio Junqueira

Ator sofreu acidente há uma semana no Aterro no Flamengo

(Foto: Gustavo Stephan/O Globo)

O ator Caio Junqueira morreu nesta quarta feira (23), aos 42 anos, após ser vítima de um acidente de carro no Aterro do Flamengo, Zona Sul do Rio, na semana passada. O intérprete do policial Neto do filme “Tropa de elite” (2007) foi levado para o Hospital Miguel Couto. A Secretaria de Saúde do Rio confirmou o falecimento.

Na quarta feira passada, (16) Caio dirigia sozinho pelo Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, em direção ao Centro da cidade, quando perdeu o controle do carro, bateu em uma árvore e capotou. Com duas fraturas expostas, o ator seria operado hoje, mas os médicos decidiram esperar um pouco.

Na segunda (21) o quadro de saúde do ator chegou a se estabilizar, mas os médicos esperavam controlar uma febre alta para fazer uma cirurgia na mão dele, que havia sofrido fraturas no acidente.

Caio era filho do ator Fábio Junqueira (1956/2008) e irmão de Jonas Torres, conhecido como o Bacana da série “Armação ilimitada” (1985/1988).

CARREIRA

Aos 9 anos, Caio deu os primeiros passos na carreira artística na série “Tamanho família” (1985/1986), da extinta Rede Manchete. O gosto pela profissão revelado na infância se consolidou na adolescência quando o ator estreou na Globo, em 1990. Neste ano, emendou dois trabalhos na emissora: a minissérie “Desejo” e a novela “Barriga de aluguel”. Quatro anos depois, fez sua segunda novela, “A viagem”, seguida pelas séries “Engraçadinha” (1995), “Hilda Furacão” (1998) e “Chiquinha Gonzaga” (1999).

Na década seguinte, Caio também fez vários trabalhos na Globo, entre eles a novela “O clone” (2001) e a minissérie “Um só coração” (2004). Um ano depois, o ator fez o remake de “Escrava Isaura”, na Record TV, onde protagonizou “Ribeirão do tempo” (2010) e atuou em obras bíblicas como “José do Egito” (2013) e “Milagres de Jesus” (2014).

O cinema também ocupou espaço de destaque na trajetória profissional de Caio. O ator atuou em grandes sucessos nacionais, entre eles “O que é isso companheiro” (1997), “Central do Brasil” (1998), “Abril despedaçado” (2001), “Zuzu Angel” (2006) e “Tropa de elite” (2007). As peças de teatro “Os justos” (2005) e “Hamlet” (2008) também estão no currículo de Caio.

Fonte: Globo.com

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