Reino Unido aprova vacina contra a covid-19 e pretende iniciar vacinação

Reino Unido aprovou vacina da Pfizer e BioNTech. Além disso, anuncia que iniciará a vacinação na próxima semana

Reino Unido aprova vacina contra a covid-19 e pretende iniciar vacinação (Foto: Reprodução/Pixabay)

O Reino Unido anunciou nesta quarta (2) a aprovação da vacina contra a covid-19, desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech. Além disso, anunciou que pretende iniciar a vacinação na semana que vem. O NHS, serviço público de saúde britânico, disponibilizará um primeiro lote com 10 milhões de doses ainda em 2020.

Dessa maneira, os profissionais da saúde deverão estar entre os primeiros a serem vacinados. Bem como idosos e pessoas vivendo em casas de repouso, incluindo funcionários. Por causa das condições de armazenamento da vacina. A vacina precisa ser mantida à -70°C. Desse modo, as campanhas de vacinação serão feitas em hospitais.

Os anúncios foram feitos pelo ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, que classificou a notícia como “fantástica”. À rede Sky News, ele confirmou a vacinação na semana seguinte. “No início da próxima semana, começaremos um programa de vacinação de pessoas contra covid-19 aqui neste país”.

Já o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse em conta pessoal do Twitter, que a aprovação da vacina vai resgatar vidas. E também, a economia do país, que tem 59.148 mortes pela covid-19, o maior número da Europa. “É a proteção das vacinas que vai finalmente nos trazer de volta às nossas vidas e fazer a economia andar novamente”.

BRASIL NÃO COMPROU VACINA

A vacina da Pfizer/BioNTech é uma das quatro que estão sendo testadas no Brasil. O país ainda não fez acordo para adquirir a vacina. Mas, em meados de novembro, o governo recebeu executivos da Pfizer. De acordo com o Ministério da Saúde, para “conhecer os resultados dos testes em andamento e as condições de compra, logística e armazenamento oferecidas pelo laboratório”.

Na terça (1), o Ministério da Saúde disse que o plano de imunização do país não prevê o uso de vacinas que exijam baixíssimas temperaturas de armazenamento, como é o caso da desenvolvida pelas farmacêuticas. Conforme o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, o governo quer um imunizante que possa ser armazenado em temperaturas de 2ºC a 8ºC. Isso porque essa é a temperatura da rede de frio usada no sistema de vacinação brasileiro.

*Com informações do G1 de Notícias

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