Taxistas pensam em protestar pela morte de colega

Da Redação

Guarapuava – A morte brutal do taxista Jerson José Meira, 39 anos, entre a noite de quarta (22) e madrugada desta quinta (23), provocou a revolta dos colegas do ponto onde ele trabalhava, na Rodoviária de Guarapuava.  “Estamos conversando para fazer um protesto”, disse Lucas Pereira, que trabalha como motorista de táxi há cinco anos. Segundo ele, o carro de Jerson – um Corsa prata – foi roubado. LEIA AQUI.

Jerson Meira, após ter sido morto com um tiro na cabeça, teve o corpo jogado numa vala na estrada rural que dá acesso à localidade de Covó, interior de Guarapuava. Seu corpo foi encontrado na madrugada desta quinta. “Estamos revoltados e com medo, mas temos que continuar trabalhando. Vamos fazer o quê?”, questiona Lucas. Nesse ponto trabalham 30 motoristas, metade durante o dia e outra metade à noite. Jerson trabalhava no período noturno.

De acordo com outros taxistas, no local existe uma câmera de segurança, mas além da má qualidade está instalada longe do ponto. "E dizem que é para a nossa segurança", ironizou um deles, em contato com a RSN. "Se estivesse mais perto poderia ter registrado quem entrou no táxi do Lucas", emenda outro.

Detalhe da única câmera na entrada da Rodoviária onde fica o ponto dos taxistas (Foto enviada pelo taxista Luis Beltrão)

O corpo do taxista foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) na tarde desta quinta e será velado a partir das 17h30 na Capela Mortuária Municipal, segundo informou o Serviço Funerário Municipal à RedeSul de Notícias.

O último taxista assassinado em Guarapuava foi Jaime Gazoni, em 18 de março de 2012.

 

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