Laysa Carolina Machado (Foto: Reprodução/Facebook)[/caption]
A cada trabalho que faz a atriz guarapuavana Laysa Machado mostra o seu talento. Mulher transexual, descendente de negro e índio, Laysa viveu parte da sua vida na periferia da Colônia Vitória, no distrito de Entre Rios, em Guarapuava.
Trabalhou na Rádio Entre Rios foi embora, se tornou professora e a primeira diretora transexual de um colégio estadual. É atriz, escritora, produtora, roteirista e diretora.
Assim, essa é a história que ela conta num filme autobiográfico que ganha o país. Por conta desse trabalho ela é convidada a fazer palestras. E ela estará em Guarapuava, no próximo dia 19, às 19h30, no Centro Universitário Campo Real.
“Ser mulher onde querem homem, ser descendente de negros e indígenas onde querem Alemanha, ser viva onde querem morta”. É assim que descreve a sinopse do documentário, dirigido e protagonizado por ela mesma.
Filmado em super-8, a diretora Laysa Machado nos confronta com um manifesto sobre o cruzamento de fronteiras e sobre as existências que resistem a uma norma que amaldiçoa e estrangeiriza.
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Laysa Carolina Machado (Foto: Reprodução/Facebook)[/caption]
A cada trabalho que faz a atriz guarapuavana Laysa Machado mostra o seu talento. Mulher transexual, descendente de negro e índio, Laysa viveu parte da sua vida na periferia da Colônia Vitória, no distrito de Entre Rios, em Guarapuava.
Trabalhou na Rádio Entre Rios foi embora, se tornou professora e a primeira diretora transexual de um colégio estadual. É atriz, escritora, produtora, roteirista e diretora.
Assim, essa é a história que ela conta num filme autobiográfico que ganha o país. Por conta desse trabalho ela é convidada a fazer palestras. E ela estará em Guarapuava, no próximo dia 19, às 19h30, no Centro Universitário Campo Real.
“Ser mulher onde querem homem, ser descendente de negros e indígenas onde querem Alemanha, ser viva onde querem morta”. É assim que descreve a sinopse do documentário, dirigido e protagonizado por ela mesma.
Filmado em super-8, a diretora Laysa Machado nos confronta com um manifesto sobre o cruzamento de fronteiras e sobre as existências que resistem a uma norma que amaldiçoa e estrangeiriza.
Laysa Carolina Machado (Foto: Reprodução/Facebook)[/caption]
A cada trabalho que faz a atriz guarapuavana Laysa Machado mostra o seu talento. Mulher transexual, descendente de negro e índio, Laysa viveu parte da sua vida na periferia da Colônia Vitória, no distrito de Entre Rios, em Guarapuava.
Trabalhou na Rádio Entre Rios foi embora, se tornou professora e a primeira diretora transexual de um colégio estadual. É atriz, escritora, produtora, roteirista e diretora.
Assim, essa é a história que ela conta num filme autobiográfico que ganha o país. Por conta desse trabalho ela é convidada a fazer palestras. E ela estará em Guarapuava, no próximo dia 19, às 19h30, no Centro Universitário Campo Real.
“Ser mulher onde querem homem, ser descendente de negros e indígenas onde querem Alemanha, ser viva onde querem morta”. É assim que descreve a sinopse do documentário, dirigido e protagonizado por ela mesma.
Filmado em super-8, a diretora Laysa Machado nos confronta com um manifesto sobre o cruzamento de fronteiras e sobre as existências que resistem a uma norma que amaldiçoa e estrangeiriza.
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