Após quase um ano e meio, caso Suelen Weber continua sem solução

Suelen foi encontrada inconsciente pela avó e morreu no Hospital Bom Pastor em Turvo, pouco tempo depois de ser atendida. Estupro não foi confirmado pela PC

Suelen morreu no dia 2 de fevereiro de 2019 em decorrência de um traumatismo craniano conforme o IML (Foto: Reprodução/Facebook)

Cidades pequenas têm potencial para grandes manifestações. E a morte de Suelen Weber, no dia 2 de fevereiro de 2019, fez isso com a população de Turvo em uma grande campanha de violência contra a mulher. Porém, após quase um ano e meio, pouco se ouve falar no caso. O Portal RSN, tentou contato com o delegado da Polícia Civil, que é responsável pelo caso, Bruno Maciozek. Porém, até a publicação desta reportagem ele não respondeu mensagens, nem retornou o contato.

Por isso, as informações mais atualizadas que se tem sobre o andamento das investigações, é de que em 25 de abril de 2019 o delegado aguardava liberação judicial para acessar as informações do celular de Suelen, e validar as informações como prova em juízo. Ainda conforme os dados, dois jovens que se apresentaram voluntariamente e que estariam com ela no dia dos fatos, foram ouvidos e investigados por homicídio doloso.

Na versão deles, Suelen teria passado mal, com ânsias de vômito e ao abrir a porta do carro, onde estava com os dois suspeitos, teria caído e batido a cabeça.

LAUDOS

De acordo com as informações do Instituto Médico Legal (IML) de Guarapuava, ela teria morrido em decorrência de um traumatismo craniano. A princípio houve a hipótese de que ela tivesse sido estuprada, versão esta que não foi confirmada pela Polícia Civil.

Além disso, exames toxicológicos e de abuso sexual deveriam ser finalizados em 60 dias após o caso. Porém, não há maiores informações sobre os laudos. Suelen morreu no Hospital Bom Pastor em Turvo, pouco tempo depois de dar entrada na instituição hospitalar. Ela morava com a avó que percebeu de manhã, que a neta que havia saído na noite anterior.

Suelen estava muito machucada e inconsciente no quarto. Versões dadas no dia do crime pela família, informaram que ela tinha dentes quebrados, lesões na cabeça e na vagina. Depois disso, a família negou os fatos. Eles afirmaram que tiveram acessos à imagens de segurança onde um carro deixava a jovem em frente à casa onde ela morava com a avó. Depois disso, o carro deixava o local. Entretanto, o carro foi encontrado em Campo Mourão e apreendido para perícia.

MEDIDAS

Diversas medidas estão sendo tomadas pelas autoridades nos últimos anos, desde quando se tornou cada vez mais evidente a necessidade da discussão sobre os casos de violência contra mulher. Nesta semana, o Dia de Combate ao Feminicídio marcou diversas ações em todo o Estado.

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