Cartão Comida Boa ajuda famílias vulneráveis no interior do Paraná

Mais de 310 mil beneficiários já retiraram o cartão para comprar alimentos. Programa é do Governo do Estado e começou nesta semana

Cartão é destinado a famílias em vulnerabilidade (Foto: Geraldo Bubniak/AEN)

O programa Cartão Comida Boa, do Governo do Estado, já registrou mais de 310 mil beneficiários em todo o Paraná até a última quinta (14). De acordo com a assessoria de imprensa do governo, pelo programa, foram distribuídos nesta semana um vale para que pessoas em situação de vulnerabilidade possam comprar produtos alimentícios durante a pandemia do novo coronavírus.

Assim, o vale de R$ 50 é recarregado a cada 30 dias, válido por pelo menos três meses. O Governo do Estado deverá distribuir mais de 1 milhão de vouchers. De acordo com a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, uma das responsáveis pelo projeto, cerca de R$ 8,3 milhões foram consumidos nos estabelecimentos conveniados. Isso em pouco mais de 181 mil transações até quinta.

Além disso, o governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou que o programa busca atender as pessoas mais humildes do Estado, servindo ainda como um complemento ao auxílio proposto pelo Governo Federal.

Ele afirmou que a metodologia ajuda o comércio local e dá agilidade para cuidar de quem mais precisa.

Nossa preocupação é que os paranaenses, especialmente os mais necessitados, sofram o mínimo possível durante essa crise na saúde. O Comida Boa garante ainda um alimento de qualidade na mesa dos paranaenses.

COMO FUNCIONA

O Programa Cartão Comida Boa cria um vale para que famílias em situação de vulnerabilidade possam comprar produtos alimentícios durante a pandemia de Covid-19.

Assim, os beneficiários podem usar o cartão nos mercados credenciados pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento. Além disso, o programa é operacionalizado por meio de um voucher com QR Code, para evitar falsificações.

Desse modo, o programa de auxílio emergencial terá duração de três meses, com possibilidade de prorrogação, e é destinado a famílias mais vulneráveis. A base de beneficiários é o Cadastro Único (CadÚnico) dos programas sociais do País. Segundo as informações, a concessão é exclusivamente para a compra de produtos da cesta básica e os recursos são do Fundo Estadual de Combate e Erradicação à Pobreza.

O programa limita a dois membros da mesma família o recebimento do vale. Além disso, abre espaço para que a pessoa provedora de família monoparental (apenas um dos pais arca com as responsabilidades) possa requerer o recebimento de duas cotas do auxílio emergencial,. Nessa condição, independe do sexo, apenas é preciso cumprir os requisitos básicos do programa.

RECURSOS

O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, lembrou que parte dos recursos arrecadados com ICMS vão para um Fundo da Pobreza, gerido pela Secretaria da Fazenda. O governador Carlos Massa Ratinho Junior decidiu usar esses recursos para entregar R$ 50 por mês a cada família para a compra exclusiva de alimentos, inicialmente em três parcelas.

É uma ação humanitária e solidária para amparar famílias que já estavam vulneráveis e as que se tornaram ainda mais vulneráveis por conta da pandemia.

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