Dólar fecha com cotação no menor nível desde 5 de maio

Apensar da queda, a moeda norte americana fechou a cotação dessa quarta (20) valendo R$ 5,69. Na mínima do dia chegou a R$ 5,67

Nesta quinta (21) a moeda continua com a cotação em queda (Foto: Reprodução/AEN)

O alívio no mercado externo animou o mercado financeiro. O dólar caiu para a menor cotação em 14 dias, e a bolsa de valores fechou no nível mais alto em quase um mês. De acordo com a Agência Brasil, o dólar comercial encerrou essa quarta (20) vendido a R$ 5,69, com recuo de R$ 0,071 (-1,23%). Além disso, a moeda operou em baixa durante toda a sessão. Na mínima do dia, por volta das 12h, chegou a R$ 5,67. A cotação fechou no menor nível desde 5 de maio (R$ 5,59).

Ainda conforme a AB, O Banco Central (BC) interveio pouco no mercado. A autoridade monetária ofertou até US$ 620 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – venda de dólares no mercado futuro – que venceriam em julho. A moeda norte-americana acumula alta de 41,8% em 2020.

Além disso, o euro comercial fechou o dia vendido a R$ 6,256, com recuo de 0,52%. A libra comercial caiu 1,2% e terminou a sessão vendida a R$ 6,97.

Nesta quinta (21) a moeda continua com a cotação em queda, e por volta das 11h15 chegou a R$ 5,57.

BOLSA DE VALORES

Desse modo, no mercado de ações, o dia foi marcado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 81.319 pontos, com alta de 0,71%. O indicador está no nível mais alto desde 29 de abril.

Já o Ibovespa seguiu o mercado externo. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechou o dia com alta de 1,52%. Além dos avanços nas pesquisas de remédios e de vacinas contra o novo coronavírus, o mercado financeiro global refletiu o relaxamento das restrições sociais em diversos países da Europa e em Regiões dos Estados Unidos e a ata da reunião do Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, que informou que não pretende encerrar tão cedo os estímulos à maior economia do planeta.

O alívio no mercado externo compensou as tensões políticas e dados negativos na economia brasileira. Hoje, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou queda recorde na atividade industrial em abril.

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