Envolvidos na Operação Riquixá agora são réus

Riquixá começou a ação em Guarapuava

Gaeco (Foto: Divulgação)

A Operação Riquixá tem novos desdobramentos e torna réu 14 empresários e agentes públicos envolvidos em licitações para concessão do transporte coletivo de Curitiba e de outras cidades do Paraná, incluindo, Guarapuava.

É que a juíza Susan Perez da Silva, que atua na comarca de Guarapuava, encarregada do caso, aceitou denúncia contra os envolvidos e o processo foi aberto. A recomendação é para que se dê prioridade ao andamento dos procedimentos em relação a um dos crimes de que foram acusados, ou seja, fraude à licitação, cuja prescrição transcorre em poucos dias. Deflagrada em junho de 2016 pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Especializado na Proteção do Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria) de Guarapuava, ela apura a existência de uma organização suspeita de atuar em várias cidades do Paraná e também em outros estados.

Grande parte do inquérito foi alimentada com informações do advogado Sacha Reck, que  fez delação premiada. Ele representava as empresas e delatou o esquema criminoso de direcionamento.

Se tornaram réus: Marcos Isfer, (ex-presidente da Urbs); os ex-diretores da Urbs, Fernando Ghignone (atual secretário de Administração e Previdência do governo do Paraná) e Luiz Filla; o advogado Guilherme de Salles Gonçalves; e os empresários Dante José Gulin, José Luiz de Souza Cury, Acyr Antônio Gulin, Rodrigo Hoelzel, Julio Vianna Junior, Felipe Busnardo Gulin, Antônio José Vellozo, Marco Antônio Gulin, Wilson Luiz Gulin e Vergínia Luiza Macedo.

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