Grupo gestor do Hospital Regional será conhecido até segunda (11)

Segundo Artagão Júnior, cinco grupos hospitalares se habilitaram. Porém a Sesa avalia qual será a proposta de melhor preço associada à competência técnica

Grupo gestor do Hospital Regional será conhecido até segunda (11) (Foto: Arquivo/RSN)

O governador Carlos Massa Ratinho Junior deverá anunciar até a segunda (11), qual foi o grupo hospitalar que vai administrar o Hospital Regional em Guarapuava. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), cinco grupos hospitalares responderam ao chamamento público, com dispensa de licitação. Porém, a escolha será por aquele que oferecer o melhor preço associado às melhores condições técnicas.

Conforme o presidente da Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Estado do Paraná (Funeas), Marcelo Machado, será feito repasse mensal de R$ 3 milhões e 800 mil para a gestão de até 40 leitos de UTI e de até 80 leitos de enfermaria. O contrato será válido para seis meses, já que é exclusivamente para atendimento à pandemia da covid-19.

De acordo com o deputado Artagão Júnior, o mundo está vivendo uma pandemia inédita no mundo. “Estamos numa crise que não existe nada igual na história mundial. “Precisamos estar preparados. Li uma reportagem na RedeSul de Notícias na segunda que estávamos com nove dos 10 leitos de UTI ocupados. Ontem (5) caiu para seis ocupações, mas isso pode aumentar a qualquer momento”. O Hospital São Vicente é referência para a covid-19 para um universo de 500 mil pessoas.

PRAZO

Há 22 dias o governador Carlos Massa Ratinho Junior esteve em Guarapuava e anunciou que em 40 dias parte do HR estaria funcionando. Portanto, faltam apenas 18 dias para que esse prazo se expire.

Conforme o deputado Artagão Júnior, as obras da parte estrutural estão sendo executadas. Todavia, com a escolha do grupo gestor, será este quem vai se preocupar com a composição da equipe e com o aparelhamento e mobiliário do HR.

Entretanto, a compra de respiradores para os leitos é fator determinante. É esse equipamento está em falta no mercado mundial. Há também a supervalorização do preço unitário. Segundo o deputado, antes da pandemia, o custo unitário oscilava entre R$ 20 mil e R$ 30 mil. “Hoje saltou para R$ 70 mil e R$ 75 mil”.

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