Incêndio criminoso não é descartado pelo Corpo de Bombeiros

A Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros investigam as causas que levaram ao incêndio no prédio do Hotel Real, no Centro de Guarapuava, durante a madrugada de hoje (08). De acordo com o Corpo de Bombeiros, nenhuma hipótese está descartada, inclusive a de incêndio criminoso.

Segundo vizinhos, após a interdição do local, o prédio começou a ser usado por moradores de rua e usuários de drogas. Adolescentes também costumavam ir ao lugar para consumir álcool e se desfazer de objetos roubados das lojas do Centro, o que aumenta ainda mais a suspeita de incêndio criminoso.

Câmeras de segurança instaladas em um prédio do outro lado da rua poderão ajudar nas investigações e serão requisitadas pela polícia.

Combate a incêndio

Além do trabalho de investigação e vistoria do prédio, o Corpo de Bombeiros permaneceu por mais de seis horas no local até que as chamas estivessem controladas. Segundo dados oficiais,  25 bombeiros, três caminhões de combate a incêndio, um carro de apoio, um caminhão da SURG e outro da Sanepar foram usados na ocorrência.

De acordo com o major Anderson Willians Souza Cortez, comandante do Corpo de Bombeiros, um hidrante próximo facilitou o trabalho de combate as chamas. Ao todo cerca de 70.000 litros de água foram usados.

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