Justiça social e mulheres são pautas da pré-candidata Cristiane Wainer

Conforme a pré-candidata a vereadora, o intuito é lutar em defesa da justiça social, dos serviços e servidores públicos. E claro, de todas as mulheres

Justiça social e mulheres são pautas da pré-candidata Cristiane Wainer (Foto: Divulgação)

Cristiane Aparecida Wainer está lançando a pré-candidatura a vereadora de Guarapuava pelo Partido dos Trabalhadores (PT). A guarapuavana de coração é natural de Laranjeiras do Sul. Cris, como é conhecida, é formada em Pedagogia pela Unicentro. Ela também é pós-graduada em Educação Física Escolar. A professora da rede pública municipal atua no ramo há 21 anos.

Atualmente, Cris está afastada do Sindicato dos Funcionários Públicos e Professores Municipais. Mas, ela salienta que ocupou a presidência até maio de 2020. Além disso, comenta que participou de vários Conselhos de Controle Social, como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica. Bem como o de alimentação escolar e o Conselho do Plano Diretor de Guarapuava (Concidade).

Cristiane também atuou como dirigente sindical da Confederação Nacional dos trabalhadores do Serviço Público Municipal.

A VEIA POLÍTICA

De acordo com ela, a vontade de se lançar como candidata às eleições surgiu porque já atuou em frentes sindicais. “Sempre acompanhei a aplicação orçamentária do executivo. Então, também sempre estive por perto da atuação do legislativo”.

Além disso, afirma que ter poucas mulheres atuantes no poder legislativo é uma preocupação. “Somos a maioria do eleitorado. Por isso, precisamos ocupar cargos também. Entendemos muitos problemas porque vivenciamos de perto”. Conforme a pré-candidata é preciso ocupar espaços de debate e participar ativamente da construção do município. Desse modo, estando dentro da política.

Segundo dados compilados pela Inter-Parliamentary Union no Brasil, pouco mais de 10% dos deputados federais são mulheres. Assim, entre 193 países, o Brasil está em 154º com menos parlamentares do sexo feminino.

A Lei nº 9.504/1997, que rege as eleições, estabeleceu que cada partido ou coligação deve reservar pelo menos 30% das vagas para as candidaturas de mulheres. Conforme reportagem da Folha de Londrina, entre os vereadores do Brasil, elas são menos de 12%. Reforçando a necessidade das candidaturas femininas.

(Imagem: Reprodução/Revista Claudia)

Nos últimos anos, o mundo vivenciou um aumento de debate em torno de questões voltadas ao feminino. Entram em pauta assuntos como assédio, maternidade, carreira e política. Assim, as mulheres seguem ganhando certo espaço no cenário político. Mas segundo Cris, ainda é preciso muito mais. Portanto, apenas o direito ao voto não é suficiente. O mais desejado por Cristiane envolve a inclusão de mulheres dentro da câmara.

Por isso, meu intuito é lutar em defesa da justiça social. Assim como dos serviços e servidores públicos. E claro, levantar a bandeira por todas as mulheres.

A justiça social se baseia na construção moral e política pensando na igualdade dos direitos. Do mesmo modo que na solidariedade coletiva. Com isso, unindo os pilares econômico e social.

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