Odir cede em alguns pontos, mas não dará reposição antes de reaver certidão negativa

Grevistas estão em assembleia para decisão do rumo do movimento

*Reportagem em vídeo

Rodada de negociação nesta quarta (Foto: Ascom/Prefeitura de Pinhão)

O prefeito de Pinhão, Odir Gotardo (PT) voltou a conversar com a comissão de greve e, mais uma vez, mostrou que só poderá conceder a reposição salarial depois que conseguir a certidão negativa do município perante o Tribunal de Contas. O Sindicato dos Funcionários Municipais de Pinhão (Simfupi) não aceita essa proposta, mas uma nova assembleia está sendo feita nesta manhã, para deliberação do funcionalismo.

Tendo com principal argumento a perda de R$ 4 milhões em investimentos, por não poder assinar convênios pela falta da certidão, o prefeito garante que várias ações estão sendo feitas para baixar o índice da folha de pagamentos no limite exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LFR). “Estamos muito perto de conseguir a certidão e então concederemos o que o sindicato nos pede. Nunca negamos esse direito, estamos apenas pedindo o bom senso dos funcionários para não prejudicar a população”.

A rodada de negociação foi nas primeiras horas da manhã desta quarta (5) e avançou quando Gotardo concordou em não descontar os dias da paralisação dos funcionários municipais que começou na sexta (31), desde que todos voltem ao trabalho ainda nesta quarta (5).

O prefeito, entretanto, não abriu mão da reposição de atividades em áreas como a educação e saúde, entre outros setores, mas aceitou que seja diluída até dezembro. Assista abaixo, o vídeo em que o prefeito Odir Gotardo fala sobre a proposta.

 

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