UniGuairacá faz campanha contra a violência doméstica

Acadêmicas de psicologia da UniGuairacá Centro Universitário abordam o tem 'Vizinha você não está sozinha', de conscientização sobre a violência doméstica

UniGuairacá faz campanha contra a violência doméstica (Imagem: Ascom/UniGuairacá)

As acadêmicas Daiane de Paula e Kaellen Crystyne da Rosa, do curso de Psicologia da UniGuairacá Centro Universitário estão desenvolvendo a campanha ‘Vizinha você não está sozinha’. O tema trata da conscientização sobre a violência doméstica.

De acordo com as acadêmicas, o assunto era trabalhado junto ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social em Guarapuava. As alunas participavam de um grupo destinado a mulheres que já sofreram algum tipo de violência de gênero. Conforme as acadêmicas, a intenção e trabalhar a sororidade, desenvolvimento de autonomia, constituição como mulher, comunicação e autoconhecimento. Porém, com as medidas de isolamento social contra o novo coronavírus, elas perceberam uma maior necessidade de falar sobre o tema.

(Imagem: Ascom/UniGuairacá)

De acordo com dados coletados na Procuradoria da Mulher do Paraná, apenas no primeiro final de semana da quarentena houve um aumento de 15% nas denúncias de violência doméstica no Estado. Assim, a partir disso, as alunas tiveram a iniciativa de iniciar uma campanha on-line de enfrentamento da violência contra a mulher. Eles entendem   que mais pessoas possam entrar em contato com a realidade desse problema social e de saúde pública.

“Acreditamos que a psicologia, enquanto ciência e profissão, tem um papel importante nesse cenário de isolamento social, e temos o intuito de atingir um grande número de pessoas com essa campanha”.

A CAMPANHA

(Imagem: Ascom: UniGuairacá)

A campanha é desenvolvida durante o Estágio Profissional de Processos de Promoção de Saúde III, ministrada pela professora Mônica Adriane Barbosa. O objetivo é chamar atenção para o tema em tempos de isolamento social; informar ao maior número de pessoas os telefones disponíveis para denúncia de violência doméstica; e também, mobilizar as pessoas a estarem atentas aos sinais de violência no seu cotidiano.

SERVIÇO

Se souber de algum caso de violência, denuncie. Telefones importantes:

180 atendimento à mulher

190 para emergências

100 direitos humanos

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