Vigilância Sanitária fecha três estabelecimentos por irregularidades

Apesar do número crescente de casos recuperados as medidas de distanciamento e segurança ainda estão vigentes. 60% dos pacientes já se curaram na cidade

Locais devem regularizar situação para reabrir ao público (Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava)

Mesmo com as orientações e medidas de segurança impostas por decretos municipais em Guarapuava, estabelecimentos ainda estão sendo fechados por descumprirem determinações. No fim de semana, a Saúde de Guarapuava confirmou que os casos confirmados na cidade chegaram a 303. No entanto 184 pacientes já estão curados da doença. O que representa que 60% dos casos positivos, já se recuperaram.

Porém, as medidas seguem vigentes. Com o intuito de desacelerar a curva de contágio da doença, as autoridades de saúde e a Polícia Militar têm tido trabalho para conter as irregularidades. Neste fim de semana, duas pessoas ficaram feridas com tiros depois de uma abordagem da polícia. Em Goioxim, um policial levou um soco no rosto.

Neste fim de semana, equipes da vigilância sanitária participaram da Operação Combate II em Guarapuava. De acordo com a Secretaria de Comunicação, as principais medidas observadas foram o uso obrigatório de máscaras, o distanciamento entre as mesas e aglomeração de pessoas. Além da disponibilização de álcool em gel e o respeito aos horários de funcionamento estabelecido para bares, restaurantes e lojas de conveniência nos finais de semana.

ESTABELECIMENTOS FECHADOS

Ainda conforme as informações, três locais foram notificados, sendo fechados temporariamente até os donos regularizarem a situação. Entre eles, está uma lanchonete que funcionava após o horário permitido, além de dois funcionários estarem sem máscaras no momento da abordagem. Além disso, um morador da Vila Carli também foi notificado por receber em casa um grupo de 10 pessoas.

Outra denúncia verificada foi em uma igreja, cujo pastor responsável será notificado por desrespeito às regras de distanciamento e medidas de prevenção. Por fim, o diretor de arrecadação e fiscalização, Adão Monteiro explicou que não deve haver relaxamento nas determinações.

“Não podemos relaxar, o número de casos aumentou nas últimas semanas e o cumprimento das regras pode desacelerar a contaminação. As igrejas também estão nesse processo. Cabe ressaltar que cada um de nós tem responsabilidade para não ser um vetor e contaminar outras pessoas, além de tudo poder sofrer penalidades com multas a partir de R$ 5 mil”.

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