Crédito emergencial para setor audiovisual é aprovado no Brasil

Para ter acesso ao crédito, o solicitante deve comprovar que não houve demissões no quadro do beneficiário. O valor fornecido será de R$ 400 milhões

Portanto, o valor fornecido será de R$ 400 milhões (Foto: Reprodução/Pixabay)

O cinema brasileiro está ganhando cada vez mais destaque, mas durante a pandemia, para que o setor continue se desenvolvendo e movimentando a cultura e a economia do País, é necessário investir. Neste ano, diante da crise ocasionada pelo coronavírus, o comitê gestor do Fundo Setorial do Audiovisual, junto ao Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e Ancine, aprovou a linha de crédito emergencial para o setor audiovisual por meio de recursos administrados pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES).

Uma das principais linhas de financiamento para a produção audiovisual é o (FSA), que tem entre os principais fomentadores os dois bancos. Desse modo, o aporte vai servir para a manutenção financeira do setor durante a pandemia, visando a proteção de empregos e empresas.

O valor total da linha fornecida pelos bancos será de R$ 400 milhões. De acordo com o diretor-administrativo do BRDE, Wilson Bley Lipski, para ter acesso ao crédito, o solicitante é obrigado a comprovar que não houve demissões no quadro permanente do beneficiário. “Compreendemos a relevância de apoiar a cultura brasileira através do setor audiovisual. O cinema é um ramo que cresce significativamente a cada ano e apresenta uma relevância não só no importante meio cultural, mas também no econômico”.

CONEXÃO

O BRDE sempre foi o agente operador do Fundo em contrato firmado com o BNDES sob a interveniência da Ancine, com validade de cinco anos. Desde o início de sua participação no FSA, o BRDE executa atividades que abrangem a etapa que precede a seleção dos projetos, entre outras etapas importantes.

Conforme Bley Lipski, o que se refere ao valor de recursos desembolsados, o FSA apresentou um crescimento exponencial de R$27 milhões em 2013 para R$ 542,3 milhões no último ano. “Apenas em 2019, o BRDE fez a triagem documental de 343 projetos e de 145 cumprimentos de objeto. Também foram analisados cerca de 1.700 relatórios, dos quais 805 apresentaram retornos de R$ 11 milhões somente nesse ano”.

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