Cristina Silvestri debate implantação de colégio militar em Guarapuava

A garantia de instalação do Colégio Militar de Guarapuava foi viabilizada pela deputada em fevereiro após pedido ao secretário de educação Renato Feder

Foi uma roda de conversa para continuarmos avançando nos detalhes que envolvem o Colégio Militar de Guarapuava (Foto: Ascom)

A instalação do Colégio Militar de Guarapuava está cada vez mais próxima de se concretizar. Nessa semana, uma reunião no Núcleo Regional de Educação (NRE) entre membros da Sociedade Civil Organizada. Além da deputada estadual Cristina Silvestri debateu um relatório de visita recente feita ao Colégio Militar de Foz do Iguaçu por um grupo de Guarapuava.

Assim, participaram da reunião a chefe do NRE, Edil Espíndola, o vereador Márcio Carneiro, representando a Câmara Municipal. Além de professores, pais, alunos, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar. Por fim, Associação Comercial e Empresarial de Guarapuava (ACIG), Rotary e Grupo de Escoteiros.

“Foi uma roda de conversa para continuarmos avançando nos detalhes que envolvem o Colégio Militar de Guarapuava. Um momento onde foi reforçada a necessidade de uma unidade educacional desta no nosso município. Assim, atendendo o anseio de muitos alunos e pais da nossa região”, explicou Cristina.

A garantia de instalação do Colégio Militar de Guarapuava foi viabilizada pela deputada Cristina em fevereiro deste ano, após pedido apresentado ao secretário de educação Renato Feder. Além disso, de lá pra cá, estão sendo feitos estudos sobre qual colégio estaria apto a receber o modelo militar e como serão exewcutadas as readequações necessárias no espaço para o novo modelo de ensino. Em maio deste ano, uma audiência pública debateu o tema com a população na Câmara Municipal.

POSSIBILIDADE

“O Estado entendeu a necessidade de implantação, principalmente, por conta da localização estratégica de Guarapuava, e autorizou a inclusão do nosso município na rota para implantação do colégio”, relembrou a deputada.

Quando a instalação for feita, os alunos interessados irão passar por um processo de seleção. Depois disso, os estudantes que já foram matriculados na escola escolhida para receber o modelo militar poderão permanecer na instituição sem fazer a prova. Caso prefiram, podem solicitar a transferência para outro colégio. Professores que não quiserem compor o quadro docente também poderão pedir a transferência de instituição.

“Nós estamos dando uma oportunidade para aqueles que desejam estudar numa instituição militar, sem a necessidade de ter que ir até Curitiba ou outra região do Estado para ter que procurar por este tipo de ensino”, completa a deputada.

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