Guarapuava já contabiliza três casos suspeitos de Dengue

Além disso, outros seis municípios que integram a 5ª Regional de Saúde, que tem sede em Guarapuava, também registram suspeitas

Dois casos já estão descartados (Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava)

Com a chegada do período mais quente, surge novamente a preocupação com a incidência da Dengue. No período anterior, que terminou em 15 de julho, Guarapuava confirmou quatro casos da doença. Um boletim da Secretaria Estadual de Saúde confirmou a notificação de três casos de Dengue no município nessa terça (24). Porém o primeiro suspeito ocorreu em 4 de novembro.

Dois já tiveram resultado negativo, um ainda segue em análise. Além disso, dos 20  municípios que integram a 5ª Regional, que tem sede em Guarapuava, outros seis também tiveram casos suspeitos notificados. Cantagalo e Laranjeiras do Sul, tiveram dois casos suspeitos e descartados. Já Marquinho, Nova Laranjeiras, e Rio Bonito do Iguaçu tiveram um caso suspeito e descartado cada um.

E ainda, Palmital, que registrou o maior número de casos no período epidemiológico anterior tem dois casos suspeitos. Um já foi descartado e outro ainda está em análise. Foz do Jordão, que ficou marcado como o município com maior incidência da doença, levando em consideração o número de habitantes, ainda não tem registros.

BOLETIM

Outra novidade no boletim, é que houve o registro do primeiro caso de Zika Vírus no Estado. Conforme as informações, o caso suspeito surgiu em Cambé. Desse modo, até o momento, o Paraná já soma 106 novos casos em sete dias. Além disso, 1.060 casos confirmados da doença no período epidemiológico começou em agosto e termina em julho de 2021.

De acordo com a Sesa, do total de casos confirmados, 812 são autóctones e ocorrem em 135 municípios. A incidência de autoctonia no Paraná está hoje 7,15/100.000 habitantes. Por fim, o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, reiterou que o Paraná segue alerta no combate à dengue. Além disso, que permanece promovendo a capacitação de profissionais para atuação integrada no diagnóstico e manejo das doenças nas áreas da Atenção Primária e da Urgência e Emergência.

“Desse modo, estes profissionais são os responsáveis pelo primeiro contato com o usuário do sistema de saúde e com o trabalho integrado pretendemos mais agilidade na identificação da doença e tratamento do paciente, evitando óbitos”.

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