Dani Leela e a jornada de aceitação no retrato de mães e mulheres

Dani lançou o livro Mahadevi sobre a jornada pessoal em busca das respostas sobre o que é ser mulher. Ela também é a fotógrafa de Marias

Dani Leela lança livro sobre a jornada pessoal em busca das respostas sobre o que é ser mulher (Foto: Eva Silveiro)

O livro Mahadevi fala sobre a jornada pessoal de Dani Leela em busca das próprias perguntas existenciais sobre a definição do que é ser mulher. Ela participa e conduz grupos terapêuticos femininos desde os 17 anos, quando descobriu ser portadora de uma síndrome rara que alterou o sistema reprodutor e nessa jornada encontrou grandes amizades, como afirma.

Encontrei em nós mulheres, a força e sabedoria ancestral, a humanidade e beleza na vulnerabilidade. Além disso, a conexão profunda com a natureza e os ciclos, me reconectei a minha mãe, com ainda mais gratidão e a reconheci como mulher também”.

Mahadevi significa Grande Deusa ou Deusa Mãe. Na obra, Dani Leela narra em imagens a experiência como fotógrafa e também como fã e facilitadora de círculos femininos. Foi a partir de uma grande perda pessoal que iniciou a busca. Assim, registrou o percurso fotografando mulheres e a conexão com a natureza, sustentabilidade e ecologia.

O livro conta com poema de Etel Frota, escritora curitibana (Foto: Dani Leela)

MARIAS

Através das bases da constelação familiar, renascimento e fotografia, o projeto Marias ganhou vida. Além de  apoiar mães que perderam um filho, cria espaço de acolhimento e empatia. As fotos convidam o observador a refletir sobre o luto, a empatia, sororidade e a brevidade da vida. Sendo idealizado por Mirian Baitel e executado pela fotógrafa Dani Leela.

Dessa maneira, Marias aborda o tabu diante do luto, propõe uma reflexão sobre como ao negar a morte limitamos o próprio sentido de Vida. Conforme Dani Leela, ao conciliar esses dois aspectos, vida/morte, nos inserimos na natureza de todas as coisas, ganhamos habilidades e possibilidades de amadurecimento diante da vida de forma integral.

(Foto: Dani Leela)

De acordo com Dani a união, empatia e acolhimento podem ser grandes alicerces na vida. “O projeto foi transformador tanto para o meu trabalho como para minha vida. Refleti muito sobre a forma que lidamos como a morte, sobre o valor que damos aos nossos entes queridos em vida. Sobre empatia. Portanto é um grande aprendizado”.

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