Queda nas taxas de juros anima mercado imobiliário

O anúncio feito pela Caixa Econômica, no último dia 30, vale para financiamentos que usam uma taxa pré-fixada, mais a taxa referencial, conhecida por TR

Taxas contribuem para o aquecimento do mercado imobiliário (Foto: Divulgação/Prestes Construtura)

As novas taxas de financiamento para aquisição de imóveis devem movimentar segmento imobiliário. O anúncio feito pela Caixa Econômica, no último dia 30, vale para financiamentos que usam uma taxa pré-fixada, mais a taxa referencial, conhecida por TR. Assim, com a redução, a menor taxa passou de 7,5% ao ano mais TR para 6,75% ao ano. Já a maior: de 9,5% mais TR ao ano para 8,5% mais TR ao ano. A medida passa a valer a partir da quarta (6) e já anima o setor.

De acordo com o superintendente Comercial da Prestes Construtora, Marcelo Alves, é mais um estímulo ao reaquecimento da economia. Ele reforça que o setor da construção civil é um dos que mais emprega no país e a sua retomada interfere em toda a cadeia produtiva.

“Esse fomento é mais um fator para que a Prestes continue investindo forte, acreditando no seu plano de expansão para o Estado”. Alves refere-se ao crescimento no número de obras, que atualmente estão em Ponta Grossa, Guarapuava, Castro, Tibagi, Apucarana e Londrina, com previsão de início em Curitiba, no ano que vem.

A SEGUNDA

Conforme a Construtora, na prática, a queda nos juros, que é a segunda anunciada pelo banco em menos de 30 dias, aumenta a possibilidade de compra de imóveis. Assim, no acumulado, os valores representam, ao ano, cerca de 1% a menos. “Na média dos valores praticados pela Prestes Construtora significa que a renda mensal pode ser aproximadamente R$ 500 menor”. No valor da parcela, a redução pode chegar a quase R$ 200 por mês. Porém, outra vantagem está no aumento da capacidade de financiamento dos clientes. Conforme Marcelo. o ganho pode chegar a cerca de 10%.

De acordo com a Caixa Econômica as tarifas menores valem para linhas de crédito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). Assim, o primeiro é voltado para os financiamentos de imóveis com valor mais baixo e tem parte das unidades financiadas com recursos do FGTS. Já o SFI é reservado a imóveis mais caros, sem cobertura do FGTS.

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