A vacina é a única forma de evitar a doença (Foto: Arquivo/RSN)[/caption]
O novo boletim epidemiológico da febre amarela confirmou a morte de um macaco infectado por febre amarela em Guarapuava. O dado foi divulgado nessa quarta (26), pela Secretaria de Estado da Saúde. Esta é a primeira vez que a cidade aparece no boletim da Sesa. Em uma semana o número de casos registrados na 5ª Regional de Saúde, que tem sede em Guarapuava, saltou de 19 para 23.
Deste total, 15 casos de morte de macacos ainda estão em investigação e cinco foram confirmados. Os casos confirmados pela Sesa foram em: Campina do Simão, Guarapuava, Prudentópolis e Turvo.
Além disso, outros sete animais morreram no Estado em uma semana. Assim, o número de notificações passou de 485 para 560. Do total, 91 mortes de animais foram confirmadas, 188 permanecem em investigação, 60 já foram descartadas e 221 foram indeterminadas, ou seja, sem coleta de amostra. A 3ª Regional de Saúde, de Ponta Grossa, é a que concentra o maior número de confirmações, com 32 epizootias - epidemia em animais.
“Os casos de mortes de macacos sinalizam que o vírus está circulando no Estado, isso alerta para a necessidade de tomar a vacina contra a doença. A taxa de letalidade nos casos mais graves da doença é de 60%. Isso é muito preocupante, precisamos que a população entenda a necessidade e a importância da vacina na prevenção da doença”, alerta o secretário da Saúde, Beto Preto.
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A vacina é a única forma de evitar a doença (Foto: Arquivo/RSN)[/caption]
O novo boletim epidemiológico da febre amarela confirmou a morte de um macaco infectado por febre amarela em Guarapuava. O dado foi divulgado nessa quarta (26), pela Secretaria de Estado da Saúde. Esta é a primeira vez que a cidade aparece no boletim da Sesa. Em uma semana o número de casos registrados na 5ª Regional de Saúde, que tem sede em Guarapuava, saltou de 19 para 23.
Deste total, 15 casos de morte de macacos ainda estão em investigação e cinco foram confirmados. Os casos confirmados pela Sesa foram em: Campina do Simão, Guarapuava, Prudentópolis e Turvo.
Além disso, outros sete animais morreram no Estado em uma semana. Assim, o número de notificações passou de 485 para 560. Do total, 91 mortes de animais foram confirmadas, 188 permanecem em investigação, 60 já foram descartadas e 221 foram indeterminadas, ou seja, sem coleta de amostra. A 3ª Regional de Saúde, de Ponta Grossa, é a que concentra o maior número de confirmações, com 32 epizootias - epidemia em animais.
“Os casos de mortes de macacos sinalizam que o vírus está circulando no Estado, isso alerta para a necessidade de tomar a vacina contra a doença. A taxa de letalidade nos casos mais graves da doença é de 60%. Isso é muito preocupante, precisamos que a população entenda a necessidade e a importância da vacina na prevenção da doença”, alerta o secretário da Saúde, Beto Preto.
A vacina é a única forma de evitar a doença (Foto: Arquivo/RSN)[/caption]
O novo boletim epidemiológico da febre amarela confirmou a morte de um macaco infectado por febre amarela em Guarapuava. O dado foi divulgado nessa quarta (26), pela Secretaria de Estado da Saúde. Esta é a primeira vez que a cidade aparece no boletim da Sesa. Em uma semana o número de casos registrados na 5ª Regional de Saúde, que tem sede em Guarapuava, saltou de 19 para 23.
Deste total, 15 casos de morte de macacos ainda estão em investigação e cinco foram confirmados. Os casos confirmados pela Sesa foram em: Campina do Simão, Guarapuava, Prudentópolis e Turvo.
Além disso, outros sete animais morreram no Estado em uma semana. Assim, o número de notificações passou de 485 para 560. Do total, 91 mortes de animais foram confirmadas, 188 permanecem em investigação, 60 já foram descartadas e 221 foram indeterminadas, ou seja, sem coleta de amostra. A 3ª Regional de Saúde, de Ponta Grossa, é a que concentra o maior número de confirmações, com 32 epizootias - epidemia em animais.
“Os casos de mortes de macacos sinalizam que o vírus está circulando no Estado, isso alerta para a necessidade de tomar a vacina contra a doença. A taxa de letalidade nos casos mais graves da doença é de 60%. Isso é muito preocupante, precisamos que a população entenda a necessidade e a importância da vacina na prevenção da doença”, alerta o secretário da Saúde, Beto Preto.
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