Presidente Bolsonaro volta ao Twitter para criticar isolamento social

Ele publicou nesta segunda (30), um post onde ele afirma que o país tem "dois problemas que não podem ser dissociados: o vírus e o desemprego"

Presidente Bolsonaro volta ao Twitter para criticar isolamento (Foto: Reprodução/Twitter)

Após ter duas publicações com imagens de passeio por Brasília apagadas, o presidente voltou a usar o Twitter para defender o fim do isolamento social. Ele publicou nesta segunda (30), um post onde afirma que o país tem “dois problemas que não podem ser dissociados: o vírus e o desemprego”.

Ainda de acordo com o post, “ambos devem se tratados com responsabilidade”. Bolsonaro, insiste num isolamento mais restrito, apenas de idosos e doentes crônicos.

A rede social digital, Twitter, apagou duas publicações da conta oficial do presidente Jair Bolsonaro na noite desse domingo (29). Contudo, no lugar das publicações, feitas na tarde de domingo, aparece a mensagem: “Este tweet não está mais disponível porque violou as regras do Twitter”.

Conforme o Portal G1, no vídeo publicado nesse domingo, o presidente Jair Bolsonaro provocou aglomerações durante um passeio em Brasília e voltou a se posicionar contra o isolamento social, defendido por autoridades de saúde.

Segundo as novas diretrizes do Twitter, Bolsonaro estaria promovendo risco a saúde pública em relação ao coronavírus. Entretanto, o Twitter não informou quais pontos específicos das imagens ou das declarações dos dois posts levaram à exclusão.< >Em um dos vídeos apagados, Bolsonaro conversa com um ambulante, defende que as pessoas continuem trabalhando, e diz para “quem tem mais de 65 ficar em casa”. Mas, o próprio presidente tem 65 anos.

Imagem de vídeo de Bolsonaro que foi excluído do Twitter — Foto: Reprodução

Imagem de vídeo de Bolsonaro que foi excluído do Twitter (Foto: Reprodução/Twitter)

Por fim, no segundo vídeo, ele entra em um supermercado, volta a provocar aglomerações, critica as medidas de isolamento. Ele disse aos jornalistas que “o país fica imune quando 60, 70% foram infectados” e que um remédio contra o coronavírus “já é uma realidade”, sem apresentar comprovação.

Durante entrevista a jornalistas ele disse que tem o problema do vírus, ninguém nega isso. Mas que emprego é essencial.

“Essa é uma realidade, o vírus tá aí. Vamos ter que enfrentá-lo, mas enfrentar como homem, não como um moleque. Vamos enfrentar o vírus com a realidade. É a vida. Tomos nós iremos morrer um dia. Queremos poupar a vida? Queremos”.

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