Decreto de Bolsonaro facilita acesso para quem gosta de armas

Presidente diz que é o direito individual de quem quer ter uma arma

Presidente Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) assinou nesta quarta (7) decreto que facilita acesso a munições e transporte de armas no país.  O decreto foi assinado em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, e beneficiam colecionadores, atiradores esportivos e caçadores.

Segundo o porta-voz do governo, Otávio do Rêgo Barros, as mudanças tratam da compra, registro, posse, porte e comercialização das armas.

Embora as novas regras ainda não tenham sido divulgadas, alguns pontos foram abordados por Bolsonaro. Um deles é que a compra de cartuchos, que hoje é de 50 unidades, salta para mil; caçadores, atiradores e colecionadores poderão circular com a arma carregada e o porte de armas poderá ser concedido a praças das Forças Armadas com mais de 10 anos de carreira.

Bolsonaro disse também que o texto prevê a quebra do monopólio no Brasil, da empresa Taurus. “Nós quebramos também o monopólio, isso entra em vigor daqui a 30 dias. Já conversei com o Paulo Guedes para ver as taxações para não prejudicar a empresa interna do Brasil. Bolsonaro disse ainda que a importação de armas e munições, proibida até hoje, será regulamentada e que o produtor rural vai poder usar arma de fogo em toda a sua propriedade e não somente na sede.

Segundo o presidente, o decreto não é um projeto de segurança pública. “É, no nosso entendimento, algo mais importante. É um direito individual daquele que, porventura queira ter uma arma de fogo, buscar a posse, que seja direito dele, respeitando alguns requisitos”.

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