Restrição de eventos não inclui iniciativa privada, mas cabe bom senso

A desaceleração da economia é uma das preocupações do governo do PR. Assim, Guto Silva fecha acordo com sindicatos para manter empregos e empresa

Restrição de eventos não inclui iniciativa privada, mas cabe bom senso. Guto Silva e sindicalistas patronais (Foto: ANPr)

A desaceleração da economia no Paraná é uma das preocupações do governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) em época de coronavírus. Embora tenha assinado decreto suspendendo atividades organizadas com mais de 50 pessoas, a medida só vale para promoções do governo do Estado.

Assim, de acordo com o governo, bares, restaurantes, hotéis e casas noturnas, por exemplo, podem funcionar normalmente. A explicação foi feita pelo chefe da Casa Civil, Guto Silva (PSD), em encontro com empresários do setor, nessa terça (17). Entretanto, ele pediu o bom senso dos empresários do setor no combate à proliferação da doença.

Não é momento de pânico, mas de bom senso. O Estado não impede a atividade comercial, mas orienta para que se evite grandes concentrações de pessoas. Quanto mais bom senso por parte de todos, antes conseguiremos superar essa crise.

Conforme o chefe da Casa Civil, o Governo estimula soluções criativas por parte do setor empresarial. Iniciativas que ajudem no enfrentamento ao vírus mas que possam reduzir o impacto negativo na atividade econômica. Assim, Guto Silva citou o acordo fechado nessa terça (17).

Foi com o Sindicato dos Trabalhadores no Comércio Hoteleiro, Meio de Hospedagem e Gastronomia de Curitiba Região (Sindehotéis), a Federação dos Empregados em Turismo e Hospitalidade do Estado do Paraná (Fethepar) e a Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar). Trata-se de uma forma inovadora para superar a crise. Algo criativo que pode ser copiado por outros setores do Estado”.

ACORDO

O presidente da Abrabar, Fábio Aguayo explicou que o acordo permite às empresas destes setores anteciparem as férias dos funcionários. Podendo ser de forma individual ou coletiva, com o trabalhador optando por usufruir integral ou parcialmente do período de descanso.

Conforme Aguayo, o pagamento do terço de férias também pode ser negociado, possibilitando aos patrões adiar o pagamento da remuneração para depois que a economia se estabilizar. “Estamos trabalhando para a manutenção dos empregos e das empresas. Que isso sirva de exemplo para outras entidades”.

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